Governo do Distrito Federal
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31/03/21 às 11h42 - Atualizado em 2/04/21 às 10h47

Dia 2 de abril marca o Dia Mundial da Conscientização do Autismo

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O dia 2 de abril é visto como  Dia Mundial da Conscientização do Autismo. A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para informar sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em cada 160 crianças tem TEA, no Brasil são 2 milhões de autistas.

 

 O que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA)?

 

O autismo é um transtorno psiquiátrico apresentado na infância. Os principais traços para o diagnóstico é a comunicação. Neste caso, as relações sociais e o aprendizado são prejudicados. Esses obstáculos perduram na adolescência chegando a vida adulta. Entre as maiores dificuldades de um autista, a interatividade social se sobressai, pois grande parte dos autistas apresentam dificuldades na comunicação e tipos de reações frequente e restritivo.

 

Níveis de autismo

 

Os níveis de autismo diferenciam de pessoa para pessoa. Há autistas que necessitam de auxílio ao longo da vida e outros que são totalmente independentes. Os níveis são estabelecidos pela medicina de acordo com as habilidade de realizar atividades comum, por exemplo, um paciente que não manifesta nenhum entrosamento, e detém de  mobilidades repetitivas e atrasos mentais que requerem ajuda de outra pessoa é diagnosticado de baixa funcionalidade.

 

Já os pacientes que apresentam dificuldade de comunicação e atitudes constantes são de média funcionalidade. O grau de alta funcionalidade engloba os pacientes que consegue estudar e trabalhar. Além da classificação dos níveis de autismo há também os savant, que possuem déficit psicológicos, mas têm uma excelente memória e qualidades elogiáveis.

 

O autismo é um transtorno que deve ser assistido de acordo com suas necessidades. Em geral, uma equipe multidisciplinar de psicólogos, psicopedagogo, fisioterapeutas e fonoaudiólogos auxiliam no crescimento do paciente. No geral, não há indicação do uso de medicamentos, apenas quando há um grau de agressividade ou depressão. Sugere se o acompanhamento desde a primeira infância para adquirir resultados eficazes no desenvolvimento da criança e assim garantir mais autonomia e liberdade na vida adulta.

 

Confira o vídeo: